Archive for the ‘Democracia e Liberdade na Internet’ Category

VOCÊ QUE TEM PÓS-PAGO, CUIDADO com as Contas da Operadora Claro e o resgate de pontos do Claro Clube. Consumidores, temos que ficar espertos. CLARO!

08/02/2011

Mais uma ligação para a Claro 1052 … após minutos de espera em busca de um esclarecimento sobre uma suposta cobrança indevida nos serviços de transferência de dados, recebi uma promessa de um retorno em 72 horas.  Claro que não ocorreu. Passadas duas semanas, liguei novamente. O atendimento, percebeu o erro e me explicou sobre o aumento desta tarifa e o desconto que havia sido proporcional para ajustar no meu plano. Mesmo assim, reclamei pelo descaso e a falta de retorno num prazo em que haviam prometido e o acúmulo de 2 mensalidades que estavam atrasadas devido a espera. Me enviaram um boleto por e-mail para pagamento descontando 30%, aproximadamente R$ 90,00. O que achei justo. Paralelamente, no mesmo mês de janeiro de 2011, fiz um resgate no Claro Clube de 100 minutos que eu poderia utilizar normalmente. Claro que não creditou. Na fatura de fevereiro, não apareceu este resgate que eu poderia ter economizado R$ 100,00 em ligações que foram cobradas. Ligando novamente para o 1052 da Claro, após muito custo, consegui este desconto proporcional.
Em ambos os casos, obtive no final do processo, o desconto e o reconhecimento por parte da empresa pelos erros sucessivos. Porém, coloquei a satisfação e a conquista de lado e refleti sobre o ocorrido numa esfera menos egoísta.


O que me fez redigir este post não foi o meu ganho individual, meus descontos e a avaliação do atendimento… imaginei depois disso tudo, quantas pessoas que poderiam estar perdendo uma quantia considerável por mês pelo descaso e pelos erros de sistemas e de pessoas. E quanto dinheiro uma empresa poderia estar ganhando às custas de seus próprios erros.

Acontecimentos assim geram desconfiança em relação a uma marca e pode repercutir rapidamente quando falamos em redes sociais. Infelizmente, a partir de hoje, esse sentimento negativo será relembrado mensalmente quando a fatura chegar… mesmo com descontos!

WikiLeaks, Julian Assange e os “hacktivistas”

12/12/2010

Wikileaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica, em seu site, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos delicados. Seu fundador Julian Assange, se tornou uma pessoa de destaque por ser o representante desta entidade e a “cara” da organização perante à mídia e ao mundo.

Em abril de 2010, a WikiLeaks postou, no website Collateral Murder, um vídeo feito em 12 de julho de 2007, que mostrava civis iraquianos sendo mortos durante um ataque aéreo das forças militares dos Estados Unidos.

Em julho do mesmo ano, a organização ganhou maior visibilidade mundial, ao divulgar o Afghan War Diary, uma compilação de mais de 76.900 documentos secretos do governo americano sobre a Guerra do Afeganistão.

No mês de outubro 2010, em articulação com grandes organizações da mídia, a WikiLeaks publicou um pacote com quase 400.000 documentos secretos, denominado Iraq War Logs, reportando torturas de prisioneiros e ataques a civis pelos norte-americanos e seus aliados, na Guerra do Iraque.

Em 28 de novembro de 2010, publicou uma série de telegramas secretos de embaixadas e do governo estadunidense. Dois dias depois, em 30 de novembro, a pedido da justiça da Suécia, a Interpol distribuiu em 188 países uma notificação vermelha, ou seja, um chamado àqueles que souberem do paradeiro de Julian Assange para que entrem em contato com a polícia – o que equivale aproximadamente a uma ordem internacional de prisão. Isso porque, em agosto, duas mulheres suecas denunciaram Assange por violência sexual.

Em 1 de dezembro de 2010, a WikiLeaks anunciou que a Amazon o expulsara dos seus servidores, onde estava hospedado desde que começaram os ataques contra seu hospedeiro sueco, Bahnhof, em 28 de novembro, o que tornou o acesso instável. Quando, no dia 1º, os servidores da Amazon pararam de responder aos pedidos de acesso, a WikiLeaks ficou indisponível durante várias horas. O senador americano Joe Lieberman, que também é chefe do Comitê de Segurança Interna do Senado dos EUA, informou que a decisão da Amazon atendia a pedidos de membros do congresso americano. Segundo o senador, “a decisão da companhia Amazon de cortar a WikiLeaks agora é a decisão correta e deveria estabelecer o padrão para as demais”, referindo-se aos demais servidores onde a WikiLeaks tem documentos armazenados.

No dia 3 de dezembro de 2010, após o EveryDNS retirar o domínio http://wikileaks.org/ do ar, o WikiLeaks pediu através do Twitter que ajudassem a equipe, criando mirrors (espelhos) do site. O novo site foi movido para http://wikileaks.ch/, hospedado na Suíça e aproximadamente 507 espelhos em todo o mundo foram criados. Uma lista de sites-espelho pode ser encontrada em http://wikileaks.ch/mirrors.html. No mesmo dia, o site ficou disponível oficialmente também através dos domínios http://wikileaks.de/, http://wikileaks.fi/ e http://wikileaks.nl/.

Discuções sobre uma suposta censura do WikiLeaks por parte do Twitter começaram a surgir por volta de 5 de dezembro de 2010, motivadas pela inexistência de Trend Topics relacionados ao WikiLeaks recentemente, quando era claro que era um assunto muito comentado na semana. O Twitter respondeu, afirmando que não há qualquer ação de censura ou apologia ao WikiLeaks por parte deles, explicando ainda como funciona o algoritmo usado para determinar se um assunto é uma tendência.

Ataques de crackers aos sites da MasterCard e Visa

Os ataques de hackers aos sites da MasterCard e Visa tiveram início na quarta-feira de 8 de dezembro de 2010 quando crackers do Grupo Anonymous danificaram a rede de computadores das empresas de cartões de crédito MasterCardVisa, em retaliação ao bloqueio de doações para o site WikiLeaks.

A seguir, alguns dos vídeos polêmicos divulgados pela organização:

Abaixo, um gráfico com o aumento em 2010 pela busca por Wikileaks e assuntos relacionados:

Fonte: Wikipedia

Personal Democracy Forum (Parte 2): simpósio sobre Wikileaks e Liberdade na Internet – PDF Leaks 12/11/10

12/12/2010
Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Personal Democracy Forum (Parte 1): simpósio sobre Wikileaks e Liberdade na Internet – PDF Leaks 12/11/10

12/12/2010
Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.